Três histórias inspiradoras de quem não passou de 1ª no vestibular
As estudantes não desistiram e provaram que a persistência pode transformar sonhos em realidade

Nem sempre a aprovação no vestibular vem na primeira tentativa, e está tudo bem! Cada jornada é única, e o importante é não perder de vista o objetivo. Você também está vivendo essa experiência? Para inspirá-lo a seguir firme nos estudos, apresentamos três histórias incríveis de estudantes que encararam desafios, não passaram de 1ª, mas deram a volta por cima e conquistaram vagas em universidades e cursos dos sonhos.
Porque quando a gente acredita e persiste, o resultado chega!
Aprovada em medicina em sete universidades
Angélica Toledo enfrentou uma jornada desafiadora até conquistar sua vaga em Medicina, passando nos vestibulares de sete grandes universidades, entre elas USP (Universidade de São Paulo), Unesp (Universidade Estadual Paulista), UFU (Universidade Federal de Uberlândia), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) – esta última foi a escolhida, considerada a universidade do seu coração.
A motivação para seguir Medicina veio do ambiente familiar: sua mãe é enfermeira, e seu pai, fisioterapeuta, ambos inspirando sua escolha desde a infância. Porém, a trajetória escolar teve muitos desafios. A estudante viveu um vai e vem entre escolas públicas e particulares, até completar o ensino médio no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, em Capivari. Mas não consegui passar no vestibular de primeira, por isso, fez um ano de cursinho. Sua rotina foi intensa, com foco total nos estudos, o que resultou nas aprovações que tanto sonhou.
Ao refletir sobre sua trajetória, Angélica destaca a importância de nunca desistir. Ela conta que sempre ouviu o ditado “a oportunidade é uma mulher careca com trança na testa”. Isso significa, explica, que se você não a agarrar quando aparecer na sua frente, pode não ter outra chance. É assim que ela encarou seu ano de cursinho em 2023.
Conheça a história completa de Angélica e suas dicas para quem sonha com a Medicina.
Uma das oito mulheres a conquistar uma vaga no ITA
Ana Paula Cunha conquistou uma vaga no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), uma das instituições mais desafiadoras do país, sendo uma das únicas oito mulheres aprovadas no vestibular de 2024. Natural de Jundiaí (SP) e ex-aluna de escolas públicas, a estudante sempre sonhou em estudar no Instituto. Determinada, dedicou três anos à preparação para o vestibular, enfrentando muitas dificuldades. No início, estudava sozinha, já que sua família não podia arcar com os custos de um cursinho. No terceiro ano, finalmente conseguiu uma bolsa integral em um cursinho presencial, que a ajudou a intensificar sua preparação.
Durante esse período, Ana mudou-se para São José dos Campos (SP), cidade do ITA, e passou a morar em uma pensão com outras nove meninas que compartilhavam o mesmo sonho. Essa experiência foi desafiadora, mas também inspiradora, já que o grupo criou uma rede de apoio e motivação mútua. A rotina era intensa: conciliava as aulas no cursinho com as horas diárias de estudo individual.
Ao ver seu nome na lista de aprovados do vestibular mais difícil do Brasil, Ana comemorou a realização de um sonho. Sua trajetória, marcada por superação, disciplina e resiliência, agora serve como inspiração para outras jovens mulheres que buscam espaço em áreas tradicionalmente dominadas por homens. “É possível, eu espero que mais garotas se motivem, estudem firme e acreditem que vai dar certo”, afirma.
Leia a história de Ana Paula aqui!
A estudante de Medicina que tirou mil na redação do Enem
Isabelle Vitória Cardoso Lopes, moradora no Rio de Janeiro, foi aprovada em Medicina, tornou-se a primeira estudante do seu bairro a tirar mil na redação do Enem e a primeira de sua família a entrar na universidade.
Isabelle já era estudante de Medicina quando tirou mil na redação do exame. Depois de três anos no cursinho tentando a aprovação em uma universidade pública ou pelo Prouni, ela conversou com seus pais, colocou os gastos na ponta do lápis e decidiu que começaria o curso pelo Fies. Com a graduação já em andamento, resolveu fazer a prova despretensiosamente em 2023. E o mil na redação, aguardado nas seis edições do Enem que já havia feito, finalmente chegou de surpresa. O segredo? Fez a dissertação seguindo à risca o modelo cobrado no exame. E essa nota até lhe rendeu um emprego: a coordenação do cursinho em que a jovem estudava a convidou para ser monitora nas disciplinas de Linguagens e redação.
A estudante conta também que um dos maiores desafios antes de entrar em Medicina foi cuidar de sua saúde mental. Por isso, ela buscou a ajuda de um psiquiatra e passou a fazer terapia para lidar com a ansiedade e a depressão. “Eu entendi que eu precisava consertar o meu mental para conseguir consertar todo o resto, e minha vida mudou de fato”, reflete ela.
Conheça a história de Isabelle, que está mudando a trajetória de sua família.
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