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Maradona morre aos 60 anos; relembre trajetória do ídolo argentino

Veja fatos que o tornam ícone na América Latina

Por Wender Starlles Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
25 nov 2020, 14h30 • Atualizado em 25 nov 2020, 23h20
 (Pinterest/Reprodução)
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  • O maior jogador da história do futebol argentino, Diego Armando Maradona, morreu nesta quarta-feira (25) aos 60 anos, após sofrer parada cardiorrespiratória em sua casa, em Tigre, cidade vizinha a Buenos Aires.

    No começo do mês, Maradona havia sido internado às pressas quando sentiu sintomas de anemia. Os exames detectaram uma pequena hemorragia no cérebro do ex-jogador, que precisou ser submetido a uma cirurgia para drenar o sangue.

    Relembre os fatos que fazem de Maradona um ídolo da América Latina:

    Menino prodígio

    Na infância, Maradona já chamava atenção e se destacava pela técnica no futebol apresentado. Muitos especialistas da época o consideravam um menino prodígio por suas habilidades com a bola. Ele vestiu a camisa da seleção argentina pela primeira vez em fevereiro de 1977, quando tinha apenas 16 anos.

    Em 1986, levou a sua seleção à conquista da Copa do Mundo. Ao longo da carreira, jogou em seis clubes diferentes: Argentinos Juniors, Boca Juniors, Barcelona, Napoli, Sevilha e Newell’s Old Boys.

    Fama antes da internet

    Em 2005 foi lançado o filme “Amando a Maradona – Una Película Sobre el Amor Incondicional”, que mostra os bastidores da vida do jogador. Antes das celebridades de internet, Maradona, com seu jeito polêmico, chamava a atenção para os seus feitos, especialmente na seleção argentina. A fama de Dieguito, como é chamado carinhosamente pelos fãs, é tão grande que criaram uma religião em sua homenagem. A Igreja Maradoniana tem fiéis na Argentina, Espanha e México, e a data de aniversário do jogador é comemorada como se fosse o “Natal”.

    Politica

    Em um período de grave crise econômica e processos de redemocratização, Maradona foi polêmico com suas atitudes fora do campo e ídolo na América Latina na mesma proporção.  Manteve amizade com líderes de esquerda da região. Na Copa do Mundo de 1986, fez o que é considerado o gol do século para os argentinos em um jogo entre Argentina e Inglaterra. Os argentinos ainda estavam ressentidos com os ingleses em decorrência da Guerra das Malvinas, que ocorreu quatro anos antes. Neste jogo, Maradona marcou o famoso gol de mão (“La Mano de Dios”, segundo o próprio Maradona) e um outro não menos épico driblando seis ingleses.

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    Maradona morreu no mesmo dia que Fidel Castro, um dos seus maiores ídolos. Sua admiração pelo líder cubano era tão grande que o ex-jogador tatuou o rosto de Fidel na perna esquerda e, em seu braço direito, o de Che Guevara.

    A luta contra a dependência química

    Maradona foi uma das primeiras celebridades mundiais que teve a luta contra a dependência química amplamente divulgada. Na VEJA, o médico pessoal do craque, Leopoldo Luque, falou sobre episódios de confusão mental após a cirurgia recente. “Vimos que, no pós-operatório, Diego teve episódios de confusão. Juntamente com os médicos da terapia, associamos isso a um quadro de abstinência. Em acordo com os médicos responsáveis, acreditamos que seja necessário fazer um tratamento para a abstinência, é o melhor para ele”, disse Luque.

    Veja depoimentos de personalidades sobre a morte de Maradona

    Pelé

    Casagrande

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    Messi

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    Cristiano Ronaldo

    “Hoje despeço-me de um amigo e o Mundo despede-se de um génio eterno. Um dos melhores de todos os tempos. Um mágico inigualável. Parte demasiado cedo, mas deixa um legado sem limites e um vazio que jamais será preenchido. Descansa em paz, craque. Nunca serás esquecido.”

    Neymar

     

    Presidente da Argentina Alberto Fernandez

    “Você nos levou ao topo do mundo. Você foi o maior de todos. Obrigado por ter existido, Diego. Nós vamos sentir sua falta para sempre”.

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    Usain Bolt


     Cafu

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    Marta

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    Romário

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