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4 métodos de estudo para você testar em 2026

A gente te convida a testá-los e, a partir do seu rendimento em cada um, encontrar o que se encaixa melhor na sua rotina

Por Luccas Diaz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
8 jan 2026, 19h00 • Atualizado em 9 jan 2026, 10h41
Jovem estudante sorridente, usando suéter branco, segura uma pilha de apostilas coloridas em uma sala de aula com cadeiras vermelhas ao fundo.
Estudante se prepara para a rotina de estudos com foco na preparação para os vestibulares  (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil/Reprodução)
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  • Mapas mentais, flashcards, pomodoro, kanban, mnemônicos, estudo passivo e ativo… Quando se começa um novo ano de estudos, o que não falta são recomendações de técnicas e métodos para aprender melhor. É sedutor se deixar levar pelo jeito de estudar da pessoa que foi aprovada na universidade, ou que um influencer famoso recomenda, ou que é vendido por um curso como o mais “certeiro”. Os métodos de estudo são excelentes pontos de partida, mas é preciso ter parcimônia para não meter os pés pelas mãos.

    Cada estudante aprende de um jeito, em um ritmo próprio. O que funciona para um (mesmo com todo embasamento científico e recomendações de especialistas), pode não funcionar para outro. Por isso, neste novo ano de 2026, o GUIA DO ESTUDANTE te convida a testar alguns métodos e, a partir do seu rendimento em cada um, encontrar qual se encaixa melhor para você.

    É sempre bom lembrar que estudar com mais assertividade não significa seguir fórmula pronta, mas sim construir um plano realista e adaptado para sua realidade.

    Conheça abaixo 4 métodos de estudo para você testar em 2026.

    + O passo a passo da ciência para criar um novo hábito em 2026

    Método Cornell

    Criado pelo professor Walter Pauk, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, o Método Cornell propõe uma forma estruturada de fazer anotações em sala de aula, fugindo da simples transcrição do que o professor diz. A ideia é organizar a folha do caderno em três partes: uma coluna lateral para tópicos principais, um espaço central para as anotações feitas durante a aula e uma área no rodapé reservada ao resumo.

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    O diferencial desse método está justamente no pós-aula. Depois de ouvir, registrar e selecionar os pontos-chave da aula, o estudante precisa escrever o resumo no rodapé com as próprias palavras. Esse processo ativa a compreensão do conteúdo e ajuda a identificar lacunas no aprendizado. Há inúmeros estudos que mostram que anotar à mão é mais eficaz do que digitar ou tirar uma foto do quadro. Juntar essa escrita manual com a reformulação de ideias no resumo é sucesso na certa.

    + O método de anotação para quem quer aprender de verdade

    Técnica Feynman

    Bastante popular nas redes sociais, a Técnica Feynman tem origem nas ideias do físico Richard Feynman, prêmio Nobel e um dos nomes mais importantes da Física do século 20. O método parte de um princípio simples: se você consegue explicar algo de forma clara para alguém, é porque realmente aprendeu.

    Na prática, o estudante deve dividir o conteúdo em partes menores, tentar explicar cada uma sem consultar o material original (para alguém real ou imaginário) e, depois, revisar os erros. O último passo é simplificar ainda mais a explicação, usando uma linguagem fácil e dando preferência a analogias do cotidiano. O processo pode ser repetido quantas vezes for necessário. A técnica funciona para identificar pontos fracos no entendimento e é mais útil em disciplinas conceituais.

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    + O cientista que inventou uma técnica para aprender qualquer coisa

    Revisão espaçada

    Queridinha de muitos estudantes por aí, a técnica surge justamente como resposta à chamada “curva do esquecimento“. A teoria do psicólogo Hermann Ebbinghaus mostra como a memória tende a esquecer informações com o tempo se não for estimulada. Sabe aquele conteúdo que você passou um dia inteiro estudando e, um mês depois, não lembra mais de nadinha? A ideia aqui é evitar exatamente isso.

    O método propõe fazer revisões em intervalos específicos: geralmente, no dia seguinte ao estudo, depois de uma semana e, por fim, após um mês. É uma forma de reforçar as conexões cerebrais e aumentar as chances de retenção a longo prazo. Em vez de maratonar conteúdos, o estudante revisita os temas aos poucos, mantendo-os sempre “frescos” na memória. Parece cansativo, mas basta entender que é uma revisão rápida, e não uma repetição da aula.

    + Siga esses passos para não esquecer mais nada do que aprende

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    Estudar por questões

    Estudar a partir da resolução de questões de vestibulares anteriores é uma das estratégias mais recomendadas por professores e aprovados. Pode parecer contraintuitivo já partir direto para as questões antes mesmo de ver a teoria, mas é uma forma eficaz de já identificar dificuldades, alinhar estratégias e se familiarizar com o ritmo das prova.

    A recomendação é priorizar exames recentes — dos últimos quatro ou cinco anos — e usar os erros como guia para revisões teóricas. Mas cuidado: não use essa prática como a única forma de estudo, deixando de lado as leituras, resumos e revisões. Ela serve, principalmente, para alguns cenários específicos, como em disciplinas que o estudante já tem facilidade, ou quando já é o segundo ou terceiro ano de estudos para o vestibular.

    + Como estudar por questões, método famoso entre aprovados no vestibular,

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    Estudo
    4 métodos de estudo para você testar em 2026
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