Em A vida pela frente, Momo vive nos subúrbios de Paris e narra sua relação com Madame Rosa, uma judia sobrevivente de Auschwitz que acolhe filhos de prostitutas. O livro tem 192 páginas.
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A cachorra conta a história de uma vila isolada, onde uma mulher deposita suas expectativas de afeto e pertencimento em uma cadela adotada. O romance de Pilar Quintana tem 160 páginas.
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Um pescador cubano enfrenta um enorme peixe em alto-mar. Com 126 páginas, O velho e o mar transforma essa luta em uma reflexão sobre resistência, dignidade e persistência.
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Em A cabeça do santo, um jovem começa a ouvir vozes vindas da cabeça de uma enorme estátua abandonada no sertão nordestino. O romance de Socorro Acioli tem 176 páginas.
Oscar Nakasato acompanha uma família de imigrantes japoneses no Brasil. Com 144 páginas, Nihonjin aborda identidade, pertencimento, memória e conflitos entre gerações e culturas.
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Com apenas 88 páginas, A hora da estrela, de Clarice Lispector, conta a história de Macabéa, uma jovem nordestina que migra para o Rio de Janeiro e trabalha como datilógrafa.
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Em A vegetariana, Han Kang acompanha uma mulher que decide parar de comer carne. O livro tem 176 páginas e apresenta as consequências dessa decisão para ela e sua família.
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A segunda mãe, de Karin Hueck, trata sobre um casal de mulheres e aborda papéis de gênero, poder, amor e violência dentro de estruturas que se imaginam igualitárias. A obra tem 176 páginas.